Essa Copa me fez lembrar momentos de confraternizações familiares e resgatei uma foto da minha infância:
Ao meu lado está minha tia, que resolvi não mostrar para preservá-la!
Mas observem a mão dela, em destaque de vermelho...
Mas observem a mão dela, em destaque de vermelho...
Essa foto me fez refletir algumas relações que tenho com o cigarro. Afinal de contas, sua presença em minha vida já está enraizada, passei minha infância toda cheirando essa fumacinha. Sim, comecei o vício pela nicotina desde pequena, visto que era fumante passiva. Já foi comprovado que crianças filhas de pais fumantes, tendem a se tornar dependentes uma vez que experimente um cigarro. É claro que existem exceções, as variabilidades genéticas também determinam esta resposta.
Mas enfim, o fato é que estou aqui, aos 31 anos, lutando contra um vício que praticamente foi pré-determinado pela influência familiar na minha infância. Quando descobri isso fiquei revoltada e queria convencer a todos da minha família a pararem de fumar (minha mãe é a única que já parou). Hoje não culpo mais ninguém, apenas sigo em frente em busca do meu objetivo, cada um sabe (ou não) a hora de parar. Quem sou eu para decidir a vida do outro?
Mas enfim, o fato é que estou aqui, aos 31 anos, lutando contra um vício que praticamente foi pré-determinado pela influência familiar na minha infância. Quando descobri isso fiquei revoltada e queria convencer a todos da minha família a pararem de fumar (minha mãe é a única que já parou). Hoje não culpo mais ninguém, apenas sigo em frente em busca do meu objetivo, cada um sabe (ou não) a hora de parar. Quem sou eu para decidir a vida do outro?
Cada um tem seu tempo, cada um escolhe seu destino. Eu decidi cuidar de mim! Eu quero viver, quero ser livre de novo. E, principalmente, quero ser mãe! Preciso vencer essa guerra contra o cigarro!!!
Começa amanhã, vamos lá...
Porque eu não vou desistir!!!






