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17 de nov. de 2014

5 meses sem fumar

Após 3 meses ausente, eis que reapareci...

Parei de escrever no blog porque enjoei de falar do cigarro. Acho que todo mundo que pára de fumar depois de um tempo cansa de se lamentar, principalmente depois que passa aquela abstinência pesada e sofrida. Sim, depois de um tempo aquele sofrimento todo passa e você não pensa mais no cigarro a cada 10 min.

Mas se engana quem acha que o ex-fumante não lembra mais do cigarro. Apenas as lembranças aparecem em um intervalo de tempo maior. Você não lembra mais dele toda vez que termina uma refeição ou que toma um cafezinho, porém, isso não quer dizer que nunca mais lembra dele nestes momentos ou em outros. Lembra sim!

Nas duas últimas semanas eu sonhei com o cigarro quase todos os dias. Nos sonhos (para não dizer pesadelos), eu fumava um cigarro e me recriminava por isso, ficava arrasada por ter fracassado. Não sei o porquê da vontade apertar tanto nesses últimos dias, mas o fato é que tenho sobrevivido.

Quem leu todos as postagens deste blog deve saber como foi difícil eu conseguir parar de fumar, tudo que passei para hoje estar comemorando esses 5 meses sem cigarro. Estou muito feliz por estar vencendo cada dia uma luta, mas confesso que acabei trocando um vício por outro.

No início, o que diminuiu minha ansiedade e ajudou a me manter longe do cigarro foi o yoga. Depois, conheci o acroyoga, que acrescenta movimentos acrobáticos ao yoga, desafiando quem o pratica e desenvolvendo o sentimento de superação, "prato cheio" para quem parou de fumar, não é mesmo?

Acabei viciando nisso e hoje estou tentando encontrar o equilíbrio, pois, tudo demais é sobra! Talvez seja por isso que tenho me lembrado tanto do cigarro, a vontade de fumar tem apertado muito, a vontade de jogar tudo para o alto e voltar à minha vida de antes, gostava tanto dela. 

Hoje, o que mais sinto falta no cigarro é a companhia para estudar e escrever, aquele cinzeiro em cima da mesa, aquele cigarro para pensar acho que nunca vou esquecer. É claro que também sinto falta dele quando tomo uma cerveja e quando estou na entediante tarefa de esperar, naquele tempo ocioso.

Mas nada disso me faz ter coragem de acender um cigarro. Quando lembro tudo que passei para chegar até aqui, de todo o dinheiro que já gastei com tratamento odontológico por causa da nicotina, de tudo que já conquistei depois desses 5 meses sem inalar fumaça para meus lindos pulmões... simplesmente não tenho coragem de fumar... só não sei até quando conseguirei...


SÓ POR HOJE!!!



26 de jul. de 2014

Como parei de fumar - apoio medicamentoso

39 dias sem fumar!


Depois de muitas tentativas de parar de fumar, depois de muito fracassar... estou aqui, conseguindo ficar sem ele, sem meu maior companheiro! Sim, estou conseguindo viver sem o cigarro! Mas... como eu consegui chegar até aqui?

Eu sempre tentava parar de fumar "na tora", sem ajuda de nenhum medicamento, apenas com auxílio terapêutico, força e muita vontade. Após várias tentativas frustadas, percebi que não conseguiria sem uma ajuda a mais. Foi então que decidi usar os adesivos de nicotina e comecei pelo de fase 1 (para quem fumava mais de 10 cigarros por dia), usei por uma semana (uma caixa de adesivos vem com 7 unidades e dura exatamente este período). A bula diz que você deve utilizar esta fase do adesivo por 6 semanas, mas eu optei por não seguir a bula, senti segurança para seguir para a fase seguinte.

Então, comprei o de fase 2 e usei por mais uma semana. Nesta fase, o tamanho do adesivo é menor e contém uma menor quantidade de nicotina, para que nosso organismo vá se acostumando e adaptando a ficar sem aquela quantidade de nicotina diária. Neste momento os sintomas da abstinência já são mais notórios, principalmente aquela irritação gratuita.

Depois disso, usei o de fase 3 por mais uns quatro dias. Usei apenas por esse período porque esses adesivos dessa fase eu ganhei de uma colega blogueira que me enviou lá do Rio de Janeiro, umas sobras de quando ela ainda usava. Como o adesivo da fase 3 é muito, mas muito pequeno, quase não tem mais nicotina... fiquei com pena de comprar mais e resolvi parar de usar depois que acabou.

Como nessa encomenda dos adesivos também vieram umas pastilhas de nicotina, resolvi seguir minha luta me virando com essas pastilhas mesmo. Foram 12 pastilhas no total, depois que acabaram não comprei mais. Tenho uns cinco dias sem usá-las! Usei por alguns dias depois que parei com os adesivos, porém, não ultrapassava o número de uma pastilha ao dia, sendo que tinham dias que não usava. Quando acabaram, resolvi não comprar mais, apesar da vontade, pois fico com receio de estar enganando a mim mesma, sabe? Enquanto ainda usava esses paliativos, sentia que ainda não tinha me livrado do vício. 

Sei que dependente da nicotina serei para sempre, mas saber que estou livre desta droga é importante para me sentir forte e ter mais ainda vontade de lutar e vencer essa luta!


SÓ POR HOJE...


25 de jul. de 2014

E a luta continua...

 38 dias sem fumar!

E quem disse que não sinto mais vontade de fumar?


Todos os dias tenho episódios de fissura pelo cigarro, não está fácil... 
As pastilhas de nicotina acabaram há uns dias e não quis mais comprar... 

Fui novamente ao dentista e tive notícias terríveis, tenho até vergonha de comentar... ah, como me arrependo de ter fumado! Olho meus dentes no espelho e vejo a burrice que fiz. Acho até que é isso que tem me mantido longe do cigarro... a preocupação com meus dentes, medo de perdê-los!

Vontade de fumar eu sinto todos os dias, sinceramente!

Mas estou tão bem sem ele (talvez nem tanto assim)... firme em meu objetivo e tentando me manter longe dele todos os dias... 


SÓ POR HOJE...



22 de jun. de 2014

5 dias sem fumar - adesivo de nicotina

Sim, resolvi não esperar mais para dar um basta... estou sem fumar há 5 dias!!!


Dessa vez está diferente das tentativas frustradas anteriores. Estou usando o adesivo de nicotina (fase 1 - para quem fuma mais de 10 cigarros por dia), isso diminuiu muito a crise de abstinência dos primeiros dias. Não senti dor de cabeça nem aquela irritabilidade das outras vezes e isso foi fantástico!

De fato, a maneira correta de utilizar o adesivo de nicotina é logo depois de fumar o último cigarro, pra evitar que a vontade de fumar apareça. Eu coloquei o adesivo na manhã do dia 18/06, mas fumei meu último cigarro às 17h do dia anterior. Não queria colocar o adesivo logo depois que fumei, sabia que ia dormir cedo e ainda estava bem nesse dia, estava tranquila, aguentando firme a vontade de fumar, não precisava do adesivo.

Quando acordei no outro dia, a vontade apareceu bonita e logo coloquei o adesivo para aliviar. Não tomei meu café matinal para não instigar o desejo pelo cigarro, ao invés disso tomei um chá e tenho feito isso todas as manhãs. Sinto falta da cafeína, mas ela me lembra muito o cigarro, terei que evitá-la por um tempo!

Ah, ficar sem fumar está bem mais fácil com o auxílio da nicotina terapêutica, mas os velhos hábitos adquiridos com o cigarro ainda são difíceis de vencer. Um exemplo disto é o movimento com as mãos quando está lendo ou assistindo tv. Agora tenho que encontrar algo para que minhas mãos agitadas fiquem ocupadas nesses momentos. 
Normalmente, ocupo-as com comida! Tento não sair da minha alimentação saudável, mas acontece de cometer alguns exageros. Por isso, estou preparando um kit comida saudável para ajudar a substituir o cigarro nos momentos em que faz falta, depois eu mostro aqui no blog.

Essa noite sonhei que estava fumando e acordei com muita vontade, corri pra colocar o adesivo. Depois fiquei pensando... acho que não será fácil me livrar desse adesivo. Mas dessa vez está decidido, vou usar os adesivos até o último dia de tratamento, dessa vez não quero fracassar e sem eles não dá!

Só por hoje...



16 de jun. de 2014

Síndrome de abstinência da nicotina - parte 2

Quem está parando de fumar sabe o quanto é difícil suportar os momentos de fissura pelo cigarro e como é difícil viver independente dele!
Mas, por que a retirada da nicotina provoca esse desejo tão intenso conhecido como fissura? 
E por que algumas pessoas tornam-se dependentes rapidamente, enquanto outras não?


Nosso cérebro, produz e libera dopamina fisiologicamente, que é um dos neurotransmissores responsáveis pela sensação de prazer e recompensa em estados normais. Ao fumar, a nicotina provoca a liberação de mais dopamina no Sistema Nervoso Central (SNC), numa região chamada de nucleus accumbens, e o efeito desta liberação é o aumento do prazer e do sistema de recompensa cerebral. 

Ao retirar a nicotina, o cérebro deixa de ter esse sistema de recompensa e começa a "suplicar" por mais nicotina para sentir prazer. Por isso sentimos esse desejo intenso de fumar, essa tal fissura que parece sufocar. 

Além disso, como já disse em outro post (veja aqui), a nicotina age em receptores específicos no cérebro, e a constante ativação desses receptores provoca a síntese de mais receptores.
O aumento da quantidade de receptores provoca a necessidade de um maior número de moléculas de nicotina pra produzir o mesmo efeito recompensador. Isso faz com que busquemos mais droga pra satisfazer o mesmo efeito, ou seja, à medida que o tempo passa, fumamos mais e mais cigarros... e isso não acaba! 

Esse efeito é conhecido como tolerância. Não é apenas a nicotina que provoca este efeito, outras drogas, como o álcool e a cocaína, também provocam esta resposta, esta necessidade de uma dose maior da droga para alcançar o mesmo efeito prazeroso de antes. 

Algumas pessoas possuem certo tipo de aversão à nicotina e, por isso, quando experimentam um cigarro não se tornam dependentes. Por que isso acontece?
Estudos já detectaram variabilidades genéticas (conhecidos como polimorfismos) que podem influenciar no desenvolvimento da dependência pela nicotina. Algumas pessoas possuem alterações moleculares na região do sistema de recompensa da dopamina.
Então, ao experimentar um cigarro, você pode tornar-se dependente ou, simplesmente, ter uma reação aversiva ao cigarro. Vai depender da sua genética, ou seja, do seu histórico familiar. Já foi demonstrado que o componente hereditário é responsável por cerca de 60% da resposta dependente.

Por isso que sempre digo que o ideal é não experimentar. Vai querer arriscar entrar nessa prisão? Se eu pudesse voltar no tempo, quando tinha meus 14 anos, certamente não teria experimentado!

Agora não adianta mais "chorar pelo leite derramado", é hora de seguir em frente, que a luta está apenas começando...


18 de mai. de 2014

Síndrome de abstinência da nicotina - parte 1

Este post é para pessoas que tenham curiosidade em entender o que acontece com o nosso corpo quando resolvemos parar de fumar, é para quem quer saber quais efeitos fisiológicos causados pela nicotina e as consequências de sua retirada. A síndrome de abstinência desta droga provoca muitos efeitos e, para evitar que fique um texto grande e cansativo, resolvi dividir as postagens sobre este assunto. 

A nicotina é uma substância química (mais detalhes em link) que tem sua ação fisiológica por atuar em receptores específicos localizados em diversas células do nosso corpo. Estes receptores recebem o nome de nicotínicos e estão localizados no cérebro, glândulas, músculos e nervos, sendo responsáveis por regular diversas funções no nosso organismo.

No cérebro, os receptores nicotínicos, quando estimulados pela nicotina, induzem a liberação de diferentes neurotransmissores. A figura abaixo resume quais são esses neurotransmissores e algumas das funções que eles controlam:



Portanto, ao retirar a nicotina deixamos de "alimentar" estes receptores e então surgem alguns dos sintomas da crise de abstinência:
  1. Irritabilidade e mal-humor
  2. Aumento do apetite
  3. Falta de concentração
  4. Ansiedade
  5. Sonolência 
Entretanto, algumas pessoas têm insônia quando param de fumar, isso porque em doses mais elevadas a nicotina tem um efeito depressor, ou seja, induz o sono, e é por isso que, ao retirá-la, alguns têm dificuldade para dormir. Então, este efeito da abstinência em relação ao sono irá variar dependendo do número de cigarros que a pessoa fumava, bem como de outros fatores pessoais relacionados ao estilo de vida de cada um.

Ainda no cérebro, a retirada da nicotina provoca depressão e este sintoma foi abordado em outro post, veja neste link aqui.

Algumas pessoas podem perguntar: "Por que quem não fuma consegue produzir todos esses neurotransmissores sem precisar da nicotina?"...
Isso acontece porque todos nós temos esses receptores nicotínicos e produzimos endogenamente uma substância que os ativam, a acetilcolina. No cérebro, a acetilcolina é capaz de induzir impulsos elétricos que sinalizam a liberação de alguns destes neurotransmissores citados na figura acima.

Todos nós temos a capacidade de sintetizar acetilcolina, porém, a estimulação contínua destes receptores pela nicotina provoca a síntese de novos receptores e isso faz com que a acetilcolina que nós produzimos seja incapaz de satisfazer a maior quantidade de receptores que agora precisam ser ativados para produzir o mesmo efeito.
O aumento no número desses receptores induzido pela nicotina é um dos motivos pelo qual esta droga é altamente capaz de provocar dependência (em outro post sobre síndrome de abstinência, falarei mais sobre a fissura e o mecanismo de dependência da nicotina).

Uma curiosidade é que, quando estes receptores foram descobertos pelos cientistas, foram nomeados "receptores nicotínicos" exatamente pela capacidade da nicotina de ativá-los com altíssima especificidade, maior até que a própria acetilcolina que nós produzimos endogenamente. O que demonstra mais uma vez a elevada capacidade desta droga de provocar dependência química.

São muitos os efeitos fisiológicos da nicotina, aos poucos falarei sobre cada um deles.

*Caso alguém tenha curiosidade de saber sobre algum sintoma específico, ou mesmo se deseja saber mais detalhadamente sobre os mecanismos fisiológicos de algum dos sintomas, sinta-se à vontade para pedir. Farei o possível para esclarecer dúvidas sobre este assunto!


15 de mai. de 2014

Depressão e tabaco


Este post é em homenagem à uma queridíssima blogueira, que está passando por momentos de dificuldades depois que parou de fumar. E, o pior de tudo, é que as pessoas próximas à ela não a entendem. Por isso, na tentativa de ajudá-la a convencer estas pessoas de que seu estado é real, vou falar um pouco sobre a depressão e sua relação com o tabaco, incluindo a relação entre os efeitos fisiológicos da abstinência da nicotina e a determinação do quadro depressivo.

Antes disso, vou fazer uma breve descrição da minha formação acadêmica, apenas no intuito de dar credibilidade ao que vou escrever, já que muitos julgam os ex-fumantes como loucos e dramáticos.
Sou farmacêutica graduada há quase 5 anos, concluí meu mestrado há dois anos na área de produtos naturais com ênfase em farmacologia, estou no último ano do doutorado em ciências da saúde e já dei aula de fisiologia e farmacologia. Todos estes anos de estudo e pesquisa me dão base suficiente para falar com propriedade sobre a fisiologia da nicotina e os seus efeitos no sistema nervoso central. 
Vou tentar ser didática e escrever de forma bem simples para que todos consigam compreender. No final do post, colocarei algumas referências de artigos científicos para caso alguém queira aprofundar a leitura sobre o assunto.

A capacidade que nós temos de sentir emoções é devido à produção de neurotransmissores em nosso cérebro, tais como dopamina, serotonina e noradrenalina. São estes hormônios os responsáveis pelas nossas sensações e eles estão relacionados com o controle de diversos sintomas emocionais, que podem ser observados na  figura abaixo:


A depressão é uma doença caracterizada pela redução dos níveis cerebrais destes neurotransmissores. Portanto, a ausência de noradrenalina diminuirá a energia e o interesse; a ausência de serotonina irá diminuir a capacidade de controlar o impulso; a ausência de noradrenalina e serotonina irá reduzir a capacidade do indivíduo em controlar a ansiedade e a irritabilidade; a deficiência em dopamina irá diminuir a iniciativa em realizar tarefas corriqueiras; e, por fim, a ausência dos três irá reduzir o humor, a capacidade de controlar as emoções e a função cognitiva (capacidade de memória, atenção e raciocínio).  

Um dos efeitos da nicotina é aumentar a liberação destes hormônios no sistema nervoso central. A nicotina se liga em receptores específicos no cérebro, denominados receptores nicotínicos. Estes receptores, quando ativados, provocam a liberação destes neurotransmissores, melhorando todos estes estados emocionais.

Ao parar de fumar, o indivíduo deixa de produzir noradrenalina, serotonina e dopamina na mesma quantidade de antes, perdendo a capacidade de controlar todas essas emoções, por isso que a abstinência da nicotina provoca um estado depressivo, além de irritabilidade, falta de concentração, dentre outros sintomas.

Com o tempo, a produção destas substâncias se regulariza, porém, em algumas pessoas isso não acontece (ou demora mais para acontecer) porque estão mais propensas ao estado depressivo, devido a fatores variáveis que estão sendo estudados pelos cientistas. Pode estar relacionado a:

  1. Tempo de uso da nicotina
  2. Quantidade de cigarros fumados diariamente
  3. Quando foi iniciado o tabagismo (pessoas que começaram a fumar por volta dos 15 anos estão mais propensas)
  4. Fatores genéticos

Portanto, o tabagismo hoje é considerado uma doença crônica e não uma frescura. Atualmente, é considerado um problema de saúde pública! E já existem milhares de estudos com o intuito de descobrir medicamentos que auxiliem no tratamento para pessoas deixarem de fumar e alguns deles já estão disponíveis no mercado. Dentre estes medicamentos, alguns são da classe dos antidepressivos, depois escreverei um post sobre eles. 

Alguns fumantes conseguem parar sem usar medicamentos, mas outros precisam deles. Eu mesma me recuso a utilizá-los, pois antidepressivo é uma droga que provoca dependência tal como a nicotina e que tem vários efeitos colaterais indesejáveis. Por isso, prefiro tentar parar de fumar sem procurar ajuda médica. Caso eu não consiga, admitirei minha fraqueza e procurarei auxílio medicamentoso. 

O que deve ficar claro é que cada pessoa tem suas particulares, o importante é fazer uma relação "risco x benefício" e analisar suas necessidades. Se você está percebendo que não consegue parar sem um adjuvante e sua saúde está prejudicada por causa do tabaco, o ideal é procurar um médico, de preferência especialista em tabagismo.

O que não pode é ficar se martirizando e se culpando por não conseguir. Não se compare à outras pessoas que conseguiram parar de fumar sem utilizar nada. Lembre-se sempre que cada indivíduo tem a sua história e suas particularidades. 


- Listei algumas referências para quem se interessar e quiser aprofundar a leitura sobre o assunto. Como não sei anexar os arquivos aqui no blog, vou colocar os links para vocês encontrarem na internet.
Infelizmente, alguns são artigos científicos que são pagos e só dá pra baixar gratuitamente pela universidade. Mas caso alguém se interesse, é só me pedir que envio por e-mail.
  1. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22558621
  2. http://www.scielo.br/pdf/jbpneu/v34n10/v34n10a14.pdf
  3. http://link.springer.com/article/10.1080%2F10298420290023963
  4. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0278584614000311